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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

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Braga 13/01/2015

Olá, ex-camaradas e amigos deste blogue, tudo bem convosco e com os vossos ?
Antes de mais, e no dealbar deste novo ano de 2015, quero desejar a todos os votos de tudo o que de bom a vida ainda tem para vos  oferecer, no que se inclui a saúde que é o bem mais precioso que se pode almejar pois o resto virá por acrescendo.
No princípio deste novo ano civil seria sempre de fazer-se um balanço do alcance que este blogue tem tido nos vossos passeios virtuais e, mais que isso, no reatar e fazer pontes das vivências aos tempos das nossas "guerras", afastados agora que estamos e lutamos pelas outra "guerras" do dia-a-dia, com mais ou menos afazeres profissionais e, quiçá, a maioria  já "do outro lado da picada" a gozar o tempo merecido das suas reformas e/ou aposentações, pois para isso contribuímos mais que alguns políticos da nossa praça.
Confesso também que tenho andado descuidado, um tanto ou quanto, de uma participação mais ativa no blogue e apenas pontualmente vou escrevinhando algo de jeito, após que quase tudo o que foi dito, escrito e fotografado já quase se tenha esgotado no tempo e sonhemos de meras recordações quase esbatidas no tempo e que agora tentamos perscrutar debaixo das cinzas de uma realidade que já o foi, há uns bons 44 anos, o que, convenhamos, é muito tempo mas que para nós ainda parece que tenha sido ontem.
Mas por aqui foram e vão pululando alguns flashs dessas recordações sob um olhar diferente e quiçá com outra perspetiva vivencial que na altura nem sonháramos, num contexto de combatentes à força e em pró de um Portugal-nação e hoje completamente fora do seu contexto existencial, antes, globalizado por essa Europa fora e onde o meu vizinho pode estar à distância de milhares de quilómetros mas à velocidade de um micro segundo de proximidade com estas novas tecnologias.
E sem querer filosofar mais, deixo-vos uma mensagem de esperança para que tudo se realize a vosso contento enquanto por aqui nos vamos aproximando em convívios pontuais e amizades que se querem duradouras e mesmo afastados em longitudes e latitudes nos haveremos de aproximar.

Lino Rei